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Exposição virtual Multitudine
por Luiz Alves
13/04/21 às 14h19

Multitudine

 

Fortaleza é uma cidade múltipla! Deitada ao mar, protegida por serras e se abre para o sertão. É terra de indígenas, seus primeiros habitantes, depois portugueses, africanos, holandeses, judeus, franceses, chineses, venezuelanos e africanos. O mundo habita em Fortaleza. Dessa mistura de povos surge o desafio de se repensar as urgências dos novos tempos, no respeito à natureza, sua gente, sua cultura e a seus valores.

 

O que Fortaleza mais precisa é de igualdade! Seu grande desafio é ser mais justa, fraterna, livre, daquelas cidades de muros baixos, que passam a mensagem: sejam sempre bem-vindos! E neste momento de mudanças, de transformações tão profundas, onde o mundo inteiro é posto a repensar suas relações, é o momento de mudarmos. De querermos fazer um mundo melhor! É tempo de coragem, de esperança, sonho e fé, e de acreditarmos que somos agentes fundamentais nessas mudanças.

 

A exposição Multitudine, como uma Fortitudine, traz a cor como expressão dessa grande diversidade do nosso povo, da alegria, do riso, das danças, do maracatu, da tapioca, da peixada, de Nossa Senhora de Assunção, de Iemanjá, do Mucuripe, do Pajeú, com a luz da felicidade e como convite a pensarmos que Fortaleza é uma cidade múltipla, e que igualdade é a nossa maior urgência!

 

Luiz Alves 

 

 

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#ParaTodosVerem

Abaixo, apresentamos um breve descritivo das imagens apresentadas na exposição virtual Multitudine.

 

1. Estátua de Iracema na Praia do Mucuripe, vista de baixo para cima.
2. Orla da Praia de Iracema, mostrando a Ponte dos Ingleses e os prédios ao fundo.
3. Homem saltando da ponte para o mar.
4. Homem saltando da ponte enquanto outro assiste ao salto.
5. Vista do Mucuripe em direção à orla da praia, mostrando os barcos de pesca e os prédios.
6. Farol do Mucuripe centralizado na imagem com o mar de fundo.
7. Vista ao lado da ponte da Barra do Ceará, com um barco de pesca navegando.
8. Pescador sem camisa segurando um peixe pelo rabo. Ao fundo, o mar e alguns barcos.
9. Imagem mostrando a ponta do espigão, o Mara Hope encalhado, e a comunidade ao fundo.
10. Obra La Femme Bateau, na Ponte dos Ingleses.
11. Foto contra a luz do sol mostrando a ponte do Poço da Draga.
12. Velas ao mar.
13.1. Apresentação do Maracatu.
13. Estátua de Iracema ao pôr-do-sol.
14. Detalhes da arquitetura do Edifício São Pedro.
15. Rainha do Maracatu em momento sorrindo e dançando na avenida.
16. Estátua da mulher rendeira.
17. Noite de dança regional na cidade.
18. Contraste da periferia com os prédios da beira-mar.
19. Pessoas jogando capoeira na praia.
20. Vista aérea do Centro Dragão do Mar com a cidade de fundo.
21. Apresentação de Maracatu.
22. O verde em contraste com os prédios.
23. Mulheres em procissão na festa de Iemanjá.
24. O verde e o urbano da cidade.
25. Registro de um pássaro se aproximando da água.
26. Fiéis em procissão religiosa.
27. Registro da arquitetura do Centro Dragão do Mar.
28. Duas palmeiras vistas de baixo para cima.
29. Fachada do Theatro José de Alencar.
30. Fachada da Catedral Metropolitana de Fortaleza.
31. Prédio que toca o sol antes de se pôr no horizonte.

 

Sobre o fotógrafo

Nascido em Tabuleiro do Norte, em 1979, Luiz Alves de Lima Júnior é formado no Curso Superior de Tecnologia em Recursos Hídricos / Irrigação no Centro de Ensino Tecnológico - Centec - de Limoeiro do Norte. Em 2008, veio morar em Fortaleza, onde fez Mestrado em Engenharia Agrícola pela Universidade Federal do Ceará.

 

Desde criança apaixonado por arte, nas suas múltiplas linguagens, encontrou na Fotografia a oportunidade de mudar de carreira, conciliando seu encanto pelo fazer artístico com melhores possibilidades de retorno financeiro. Desde 2014, dedica-se exclusivamente à fotografia. Iniciou seus estudos na Escola Porto Iracema das Artes, braço de formação do Dragão do Mar, o que logo despertou seu interesse por eventos e manifestações culturais.

 

Ao longo deste período, realizou inúmeras coberturas de festivahis e espetáculos, como o Festival Manifesta, a Feira da Música, a Bienal Internacional de Dança do Ceará, o Festival de Teatro Infantil, a Maloca Dragão, a Mostra Petrúcio Maia, dentre outros. Desde 2015, atua como fotógrafo do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura. Desenvolve trabalhos autorais que buscam dar uma maior visibilidade às manifestações ancestrais como a dos povos Indígenas, maracatus, pescadores e povos de terreiros.

 

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